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MULHER, TU ÉS CRIATURA DE DEUS
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Mulher, tu és criatura de Deus

 

Mulher, tu és criatura de Deus, criatura nobilíssima, alma unida ao corpo para glorificar a Deus e não uma atração ou o brinquedo de homens corrompidos.

Que coisa humilhante para ti concentrar-te tanto nos cuidados com o corpo a ponto de tornar-te escrava dele e fazê-lo aparecer quase não mais como obra de Deus, mas como obra de ti mesma.

Toda moda, todo ornamento imodesto, tu os usa para mostrar a beleza artificial que consegue “ajeitar” com a maquiagem; e assim, ao invés de glorificar a Deus, O ofende com tuas culpas. Por acaso estás na terra para degradar-se assim? Pense que o julgamento de Deus está próximo e que, embora o corpo se abra para o túmulo, a alma deve se abrir para o Céu.

Quando fordes pensar em vossos trajes – escreveu o Papa Pio XI – pensai também, ó mulheres, em que sereis reduzidas na morte!  

Depois do pecado original, o olhar do homem se perturba com a visão do corpo, por isso Deus quis que o corpo estivesse coberto. Tu, então, deve se vestir para esconder a carne, não para mostrá-la, deve se vestir para recordar que és de Deus e que és templo do Espírito Santo.

Deus veste a Sua criatura, Satanás a despoja, porque sendo um espírito imundo experimenta alegria com tudo o que é degradante. Uma mulher imodesta é, pelas ruas, um troféu que o demônio ostenta contra a Redenção.

Uma mulher escandalosa não obedece a Deus, ao Papa e aos sacerdotes, mas somente a Satanás e às manobras repugnantes da moda, pronta a vestir peles grossas no verão e a andar decotada e de saias curtas mesmo no inverno.

Não diga, ó pobre criatura de Deus, que não pode usar saias suficientemente longas porque te causam incômodo: se fosse a moda a te impor, tu não hesitarias em fazê-lo.

Lembre-se de que a moda imodesta te faz praticamente a mulher de todos, e os olhares ávidos dos homens te degradam toda vez que se fixam sobre teu corpo com desejos impuros, assim que tu torna-te como uma mulher mundana, oferecendo-se, por tua culpa, ao olhar torpe de homens viciosos e retorna para casa cheia de pecados e de iniquidade.

Tu dizes: 'eu sofro muito com o calor, eu preciso vestir pouca roupa, eu preciso refrescar-me'. Com este raciocínio, no entanto, tu podes reduzir-se aos zulus da África e crer-se justificada.

Mas saiba que quando você se veste de modo imodesto renovas os opróbrios que reduziram Jesus à sua terrível nudez. Terás a coragem de renovar-Lhe, no teu corpo, o opróbio e o sofrimento da nudez?

Cubra o teu corpo, revista-se de pureza e suavize as dores de Jesus; dê-Lhe, em união com o Seu sofrimento, o sacrifício de suportar um pouco de calor e a penitência de uma renúncia. Faça isto por amor, e colabore com Ele para salvação das almas, pelas quais derramou o Seu Precioso Sangue, tentando pelo menos não causar-Lhe escândalos.

 

Dom Dolindo Ruotolo



 
 

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