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A DOR É UM DOM DE DEUS
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A dor é um dom de Deus

 

Filha queridíssima, unida a Meu filho no desejo e na redenção da Cruz, o teu coração repara o pecado pelo amor unitivo que se obtém no terno reconhecimento da Minha Bondade, unido à amargura e ao sofrimento do coração humano; pois pelo amor infinito, unido à dor infinita, opera Minha Misericórdia infinita. Mas o homem ignora isto: não quer ouvir falar da dor aceita e desejada por amor a Mim; ela é redenção por meio de Meu Filho e daqueles que se unem a Ele no sofrimento, e que, chamando com humildade o Meu Coração de Pai, chegam ao perfeito conhecimento de si mesmos, de Mim neles.

Não fiques triste se, encontrando-se neste conhecimento, tenhas que sofrer. Basta saber que por este sofrimento, Eu não Me lembrarei mais do que Me tenhas ofendido, e que por aqueles por quem o teu amor satisfez a Minha Misericórdia, prepará-los-á para receberem os Meus dons.

As almas luminosas e de elevada estatura que se encontram à Minha esquerda, são almas que se unem às dores de Meu Filho com as suas próprias dores. Elas estarão e estão muito próximas de Mim, participando da Minha vida eterna. Vou dizer-te qual é o sofrimento do Coração de Meu Filho. Compreenderás que é uma realidade. Mas desejo que o escrevas para conhecimento de tantas almas que não compreendem como o sofrimento pode chegar a divinizá-las.

O sofrimento de Meu Filho está latente no universo desde que redimiu o gênero humano e assim estará até o fim dos séculos. Se não conseguis compreender que a dor é um dom de Deus e a rejeitais, quem sabe, se soubésseis o valor que tem este sofrimento a Meus olhos, não só não o rejeitaríeis, mas que até Me pediríeis com insistência.

O Meu Filho, ao entregar a Sua vida às almas, ao fazer-Se homem para poder sofrer e redimi-las, elevou o sofrimento a um tal grau de sublimidade que este, ao ser aceito voluntariamente por uma alma, tornando-se vítima propiciatória, toma instantaneamente sobre si, não os seus sofrimentos, mas uma parte dos de Meu Filho, que vivem pelos séculos para a redenção do homem.

O sofrimento contém em si: luz, amor e conhecimento da Verdade. O Coração de Meu Filho já não sofre, mas a Sua dor viverá no universo enquanto os homens se empenharem em não querer ver a luz, em odiar e em não querer compreender que a Verdade sou Eu. A minha visão abarca o que foi, o que é e o que será, com tanta nitidez que ninguém poderá compreender como aquilo que está ao mesmo tempo diante de Mim, sem limitação nem espaço, possa não só não se confundir, mas também não se misturar.

Por isso Eu te digo que, desde a redenção do gênero humano por Meu Filho, quisemos que as Suas dores, angústias e sofrimentos e o Seu martírio, permaneçam através dos tempos, a fim de que estas almas eleitas continuem a assumi-los e possam participar na Sua redenção.

Quando já não houver nem uma só alma para redimir e o fim dos tempos chegar, então o sofrimento do Homem-Deus desaparecerá. Por isso, Minha filha, quis fazer-te ver como redime o sofrimento de Jesus… A dor suportada por Meu Filho é uma fonte inesgotável de bens e de dons divinos, fonte de santidade e de vida eterna para aqueles que, compenetrados com a Sua Paixão, unem-se a Ele e com Ele suportam e sofrem este martírio lento, mas intenso na sua eficácia, que é suportar o sofrimento físico e espiritual sem desfalecer, sorrindo à dor, desejando partilha-la com Jesus, para a salvação das almas, até ao fim dos seus dias.

Infelizmente, a humanidade rejeita cada vez mais a dor e procura avidamente todos os meios que a ciência descobre para a suprimir. Não quer aceitar o sofrimento na vida e chega, em seu atrevimento, a negar os méritos da Paixão e do Martírio de Meu Filho na redenção do homem. Na sua soberba e rebeldia, a humanidade quer chegar até Mim sem passar por Cristo. Não quer um Deus ferido e crucificado que lhe recorde o que Ele suportou por todos os homens, o que lhes obriga a reconhecer que Lhe são devedores de sua redenção. Querem um Deus que não os importune e um Deus longínquo, sem recordações dolorosas que possam causar-lhes remorsos. Querem que Deus vá reconhecendo que eles, sem Ele, ao descobrir todos os mistérios da natureza, vão se apoderando da grande força escondida no Universo, porque para o fazerem, não têm necessidade dEle, uma vez que são seres inteligentes e livres. Ignoram que essa inteligência, Eu a dei para que vão trabalhando para Mim na grande obra do universo.

Também aqueles que Eu elevei à mais alta dignidade querem forjar, para si e para os outros, um Deus que se submeta às suas ambições e aos seus caprichos. Querem mudar a Igreja ao ritmo materialista do mundo, introduzindo nela modas e costumes que roçam a heresia e o erro. A liberdade não deve ser independência e libertinagem. A evolução não consiste em mudar a fé para que a Igreja seja melhor. A Igreja traz em si, desde que foi fundada por Cristo e iluminada pelo Espírito Santo, todos os gérmens divinos para o seu gradual desenvolvimento nos tempos, para a sua evolução divina nas almas que a formam, continuando nelas tudo o que, sendo eterno, pode conduzi-las ao Seu Deus.

Ao saírem das vias traçadas pela mão de Jesus, desviam-se perigosamente para a heresia, para a rebeldia contra as leis divinas, para a soberba, para, erigindo-se renovadores da sua Igreja, não acatar Suas Leis... Para chegar a Mim, Luz inacessível, é necessário passar por Cristo e por Maria. É preciso seguir Seus passos e acatar, humildemente, os desígnios divinos. Assim será reconhecido pelo homem fiel se quiser Me encontrar, que, com Meu Divino Filho e o Espírito Santo, somos um só Deus. Por isso, o Coração de Meu Filho, que deu pelos homens até a última gota do Seu Sangue, quer permanecer no universo por meio desses Seus sofrimentos, que vivem e permanecem como ajuda e alento para as almas que anseiam pelo divino e querem unir-se a Ele na redenção.

O Seu amor misericordioso torna assim presente e perene Sua redenção para muitas almas que existiram, existem e existirão no decorrer dos tempos. Que sofram calada e humildemente, sentindo a fome da salvação das almas, passando por todas as tribulações, na medida em que Eu lhes quero enviar. Assim unir-se-ão ao sofrimento de Meu Filho e saberei que procuram o Reino de Deus nas almas.

 

Palavras de Deus Pai à Catalina Rivas_Trecho do Livro “ A grande Cruzada de Amor ‘

 



 
 

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